Bem Vindo a um pedacinho do céu!

Pinto Bandeira é uma cidade hospitaleira, berço do primeiro Santuario Mariano do Rio Grande do Sul. Conhecida por produzir inúmeras frutas como pêssego, kiwi, ameixa... e uva, com a qual se fabrica o melhor Vinho de Montanha. A tradição Italiana convive em harmonia com os descendentes de outras etnias que pra cá migraram em busca da tão sonhada "cucagna" a Terra aonde jorra o leite e o mel.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011


Durante uma coletiva de imprensa, na sede da Conferência Nacional dos bispos do Brasil (CNBB), na tarde de 21/10, foi apresentado o material da Campanha da Fraternidade de 2011 (CF). O Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, apresentou o tema da Campanha, “Fraternidade e a vida no planeta” e o lema “A criação geme como em dores de parto”.

“A Campanha da Fraternidade de 2011, reflete a questão ecológica, com foco, sobretudo, no problema das mudanças climáticas. Ela se coloca em sintonia com uma cultura que está se expandindo cada vez mais, em todo o mundo, de respeito pelo meio ambiente e do lugar em que Deus nos coloca, não só para vivermos e convivermos, mas também para fazer deste o paraíso com o qual tanto sonhamos”, disse dom Dimas.

Questionado se a escolha do lema “A criação geme como em dores de parto” foi feita em virtude das discussões acerca do aborto que ocorre neste período eleitoral, o presidente da CNBB disse que não e explicou o processo de definição dos temas da Campanha da Fraternidade.

“Essa escolha (do tema da CF-2011) não se fez agora, no contexto das discussões do momento atual. A escolha do tema de 2012, inclusive, já foi definida. Esse processo acontece com dois anos de antecedência”, disse. “O tema Fraternidade e vida no planeta inclui a questão do aborto, mas não se esgota nisso”, acrescentou o arcebispo.

O secretário Executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, presenteou os jornalistas com um texto-base da Campanha, documento que aprofundada o tema proposto. “O objetivo da campanha é de contribuir para a conscientização das comunidades cristãs e pessoas de boa vontade sobre a gravidade do aquecimento global e das mudanças climáticas, e motivá-las a participarem dos debates e ações que visam enfrentar o problema e preservar as condições de vida no planeta”, declarou.

o tema da Camanha da Fraternidade é uma oportunidade ímpar para definir de maneira mais atualizada esta cooperação em função das novas exigências de um desenvolvimento denominado como dustentável, na medida em que confere prioridade a vida e não a matéria inorgânica que deve ficar sujeita a preciosidade inestimável do fenômeno sublime da vida e da solidariedade que deve existir entre todos os seres vivos que povoam o Planeta.

Fraternidade: A vida ameaçada ao colocarmos a economia como eixo central da sociedade.
* Transformamos tudo o que existe, o materia e até o imaterial em mercadoreia.
* Exploramos a terra de maneira egoísta, predatória e destruidora- Criamos esclosão e pobreza, paulatinamente orientamos nossas ações cotidianas e até nossos relacionamentos pelo cálculo econômico, da busca da maximização do lucro ou da minimização da perda, traduzido no "o que eu ganho com isso?". Ao nos tornarmos consumistas vendemos nossa própria alma.

Se não respeitamos a lógica que rege a natureza, impedimos que ela possa exercer sua função, nos sustentar, até o ponto de ameaçar nossa própria exsitência e de provocar dor sem medida. Erradicar a pobreza é uma exigência da sustentabilidade ecológica, econômica, social e também espiritual.

Esta campanha apresenta as 5 chagas de Cristo voltadas a natureza:

1ª A fome e a pobreza do no Brasil e no mundo;
2ª Degradação do meio ambiente, o ecossistema é a base da vida;
3ª Dívidas e sociais e políticas, resultados de um desenvolvimento desequilibrado;
4ª Situação do trabalhador: a metado dos que trabalham se encontram na informalidade, o valor dos salários e a extrema desigualdade auferida pelo trabalho;
5ª Substituição do Deus da vida pelo Deus do mercado: obstáculo a subjugar o fazer política aos interesses do capital formam-se cidadãos em consumidores pela finaceirização da economia e transformam-se cidadãos em consumidores e investidores, até a religião vira mercadoreia, justificada pela teologia da rosperidade e tudo se torna descartável.

A Campanha da Fraternidade terá início na Quarta-feira de Cinzas, 9 de março de 2011e se estende por toda a Quaresma. A partir do mês de outubro, as lideranças das comunidades eclesiais estudam os materiais da CF preparando-se para a realização da Campanha na Quaresma. Participe, informe-se e faça a diferença.

USINA DE BELO MONTE: O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA OPINAR SOBRE

Acompanhando os artigos publicados no site ihu, ligado a Faculdade Jesuíta Unisinos, encontramos informações relativas a contrução da Hidréletrica de Belo Monte. Retiramos deste site fragmentos de uma entrevista com Rodolfo Salm Professor da Universidade Federal do Pará.

Hidrelétrica de Belo Monte, Convenção do Clima em Copenhague, política e meio ambiente. Ele acredita que “o efeito mais devastador destas grandes barragens projetadas para a Amazônia é que elas estão desencadeando uma fortíssima onda de imigração humana para esta região, movida pelas falsas promessas de desenvolvimento, das dezenas de milhares de empregos temporários criados, e do aprimoramento da infraestrutura”. Salm fala sobre a construção da hidrelétrica de Belo Monte e considera que são infinitas as mentiras envolvidas na obra. “É mentira que o país precisa desta energia para evitar apagões e mover ventiladores pelo país”. E continua: “Também é mentira que a energia das hidrelétricas é limpa, porque, além dos desmatamentos, o próprio lago podre gera uma quantidade imensa de gases ultrapoderosos sob o ponto de vista do aquecimento global, causando um efeito comparável ou até pior do que termelétricas de potência equivalente”.

Confira a entrevista:

Quais os efeitos mais devastadores das barragens dos rios amazônicos, tanto do ponto de vista ambiental quanto para as populações ribeirinhas e os povos indígenas?

Rodolfo Salm - Os efeitos são os mais diversos. Mas sob o ponto de vista global, da humanidade como um todo, acredito que o efeito mais devastador destas grandes barragens projetadas para a Amazônia é que elas estão desencadeando uma fortíssima onda de imigração humana para esta região, movida pelas falsas promessas de desenvolvimento, das dezenas de milhares de empregos temporários criados, e do aprimoramento da infraestrutura. Esta onda migratória, que também vai sendo abandonada pela indústria também migratória de construção de grandes hidrelétricas, uma vez desamparada, inevitavelmente recorrerá à espoliação da mata. Como os colonizadores sempre fizeram por aqui. O que terminará por reduzir a última grande floresta tropical do planeta em um punhado de fragmentos de florestas degradadas. É claro que há uma série de outros efeitos, que são mais rapidamente sentidos pelos que moram na região das barragens como contaminação da água, o extermínio de comunidades de peixes, o aumento da criminalidade e vários outros problemas sociais. Num dos vários encontros que tivemos este ano com os atingidos por barragens, conheci um pai que viu seu filho morrer em poucas horas junto com outras várias crianças das proximidades do lago de Tucuruí, devido a uma peste que se alastrou na época da formação do lago, transmitida por mosquitos – o que fez com que ele se engajasse na luta contra as barragens. Então, sob o seu ponto de vista, o mais devastador foi a multiplicação de pragas e doenças que inevitavelmente aparecem aos montes com a degradação ambiental generalizada. Sob o ponto de vista da biodiversidade global, no caso de Belo Monte, seria a extinção na natureza do acari-zebra, uma belíssima espécie de peixe ornamental, listrada de branco e preto como o seu nome sugere, encontrada apenas nas corredeiras da Volta Grande do Xingu, e em nenhum outro lugar do mundo, e que seriam totalmente destruídas no caso da construção da barragem. Seja por ficarem permanentemente inundadas ou sempre secas, dependendo de sua posição em relação ao barramento principal do rio. Então esta questão de quais os efeitos mais devastadores, depende totalmente do ponto de vista considerado.

IHU On-Line - Quais as principais “mentiras” que envolvem a construção da hidrelétrica de Belo Monte?

Rodolfo Salm - São infinitas mentiras. Claro, como acontece com qualquer estória mentirosa em que uma puxa a outra. É mentira que o país precisa desta energia para evitar apagões e mover ventiladores pelo país. Apesar do povo brasileiro como um todo assumir o risco e pagar a conta da construção da barragem através do comportamento insano do BNDES, a energia gerada ficará no estado do Pará, para o uso da indústria mineradora exportadora, que avança por todo o território amazônico, que emprega pouco e destrói muito, extraindo materiais que serão convertidos em bugigangas e lixo em várias partes do mundo. Esta pilhagem é perfeitamente análoga àquela já feita em tempos históricos, com o pau-brasil, o ouro, as peles de animais etc. Então é mentira chamar isso de “desenvolvimento”. Hoje, na Amazônia, vivemos mais do que nunca a velha economia colonial baseada na exploração da mão-de-obra (semi) escrava (quando não escrava de fato), o latifúndio e a monocultura, seja de carne bovina, madeira roubada da floresta primária ou de energia elétrica, apontada como a única opção para o desenvolvimento de Altamira. Também é mentira que a energia das hidrelétricas é limpa, porque, além dos desmatamentos, o próprio lago podre gera uma quantidade imensa de gases ultrapoderosos sob o ponto de vista do aquecimento global, causando um efeito comparável ou até pior do que termelétricas de potência equivalente.

IHU On-Line - Que relação pode ser estabelecida entre o projeto de Belo Monte e a ditadura militar no Brasil? Qual a importância política de lutar contra Belo Monte?

Rodolfo Salm - Como bem disse o professor Oswaldo Sevá , Belo Monte é um projeto da ditadura militar, que ainda não acabou. É “a maior de todas as roubalheiras do grupo chefiado pelo último presidente eleito pelo Colégio Eleitoral”. Algumas das grandes empreiteiras que, através de todo tipo de propinas e ilegalidades pretendem hoje viabilizar a construção desta barragem, são as mesmas que ajudaram a financiar a repressão policial militar no Brasil nos anos da ditadura. É o grupo de José Sarney, com seus tentáculos dentro do governo como o Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, e que também banca a campanha da Dilma Rousseff. É como se o fim da ditadura não tivesse acontecido de fato em todo o país. A democracia chegou às grandes cidades onde se fala e se escreve o que quiser sem problemas. Mas nós do Xingu ainda vivemos o período totalitário, já que quando se resolve transformar completamente toda esta região com a construção dessa hidrelétrica, são realizadas audiências públicas por aqui, como manda a constituição, mas elas são totalmente ignoradas. Independente de tudo o que falamos, estão tentando empurrar esta obra maldita garganta abaixo, contrariando a promessa feita pelo presidente Lula aos movimentos sociais. Exatamente da mesma forma como provavelmente aconteceu com a hidrelétrica de Três Gargantas, no Rio Yangtzé, na China, onde a falta de democracia é tão criticada por aqui.
Você pode ler a entrevista na íntegra no site http://www.ihuonline.unisinos.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3025&secao=319

Campanha 10:10:10

“lá onde cresce o perigo, cresce a luta pela salvação" (Edgar Morin)

O dia 10 de outubro de 2010 (ou 10:10:10) será lembrado pela história. Milhares de pessoas e organizações de todo o mundo se comprometeram neste dia a reduzir em 10% o seu consumo de carbono. Uma campanha que para as Igrejas começou no dia 1º de setembro com o nome O Tempo da Criação.
Em um dia, qual é a sua “contribuição” para a emissão mundial de CO2 e, assim, para as mudanças climáticas? Para reverter esse quadro, você se comprometeria em reduzir 10% do seu consumo de carbono? Essa é a proposta da campanha mundial 10:10:10. Em todo o mundo, milhares de pessoas darão pequenos passos para reduzir suas emissões de CO2 e o seu consumo de carbono.
A proposta teve início a partir da campanha 10:10 Global, fundada em 2009 por Franny Armstrong, diretora do filme-documentário A Era da Estupidez, sobre as mudanças climáticas. “Cabe a cada um adotar gestos ecológicos no cotidiano e incitar os governos e as empresas a fazer da preservação da biodiversidade uma prioridade maior”, incita Julia Marton-Lefèbre.
Para dar um pontapé inicial nos gestos concretos em torno da proteção da Criação, buscando a meta proposta pela campanha 10:10:10, publicamos aqui 20 medidas simples e inteligentes que podem ser realizadas em nosso cotidiano para ajudar o meio ambiente e reduzir o nosso consumo de carbono e emissão de CO2:
1. Faça de conta que as sacolas plásticas não existem: use bolsas e sacolas de algodão para carregar compras.
2. Consuma produtos locais: o transporte de produtos que vêm de longe consome petróleo e aumenta o efeito estufa.
3. Diminua a temperatura de geladeiras, ar condicionados e estufas no inverno e aumente no verão: assim, você vive melhor e polui menos.
4. Use melhor os eletrodomésticos: desligue o computador e a televisão quando não são utilizados. O modo stand-by consome energia e, portanto, polui.
5. Pegue sol. Como? Com painéis solares.
6. Troque (se puder) de carro; prefira os movidos a gás ou etanol. E, principalmente, use-os o menos possível.
7. Fique com os pés no chão: os aviões provocam 10% do efeito estufa mundial.
8. Coma frutas e verduras (se orgânicas, melhor): carne de ovinos e carne de bovinos são responsáveis por 18% das emissões mundiais de gás carbônico, além de favorecer o desmatamento devido à sua exploração intensiva.
9. Use fraldas ecocompatíveis: a biodegradação das fraldas tradicionais leva 500 anos.
10. Para conservar os alimentos, use vidro e não alumínio ou plástico: estes poluem e, para a sua produção, o desperdício energético é enorme.
11. Informe-se com inteligência: existem centenas de sítios, revistas e canais de TV que falam sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
12. Não use papel: utilize a tecnologia digital para enviar e receber documentos e para se informar. Assim, você salva árvores e não polui com o transporte.
13. Escove os dentes, mas com inteligência: se deixar a torneira aberta, você joga fora 30 litros de água. Abra a torneira só quando for preciso.
14. Use lâmpadas econômicas: consomem cinco vezes menos e duram 10 vezes mais.
15. Coma de forma sadia, prefira o orgânico: é um método de cultivo que respeita o meio ambiente.
16. Coma com consciência: os hambúrgueres são bons, mas, para serem produzidos, destroem florestas inteiras. Pense nisso.
17. Um banho é bom se dura pouco: em três minutos, você consome 40 litros d'água. Em 10 minutos, mais de 130 litros.
18. Pense sempre que todo objeto que você usa irá se tornar lixo: faça com que ele dure o máximo possível.
19. Usar e jogar fora? Não, obrigado. Por exemplo, use pilhas recarregáveis: podem ser recarregadas até 500 vezes.
20. Faça a coleta seletiva: é a contribuição mais inteligente e mais importante que você pode dar ao meio ambiente

Muitos já estão fazendo a sua parte com iniciativas do local ao global, cabe a nós fazermos a nossa parte. Não se trata apenas de reduzir em 10% a emissão de CO2, mas também em aumentar em mais de 10% a solidariedade, o amor ao próximo e a consciência de todos nós em relação ao futuro da nossa casa, o PLANETA.
Maiores informações sobre a Campanha 10:10:10 no site: http://www.ihu.unisinos.br

CRISMA E PRIMEIRA EUCARISTIA

Somos todos convidados a participar da messe do Senhor!




Em nossa Paróquia o Sacramento da Primeira Eucaristia acontecerá no dia 05 DE DEZEMBRO – DOMINGO, às 9h na IGREJA MATRIZ,



O Sacramento da Crisma será no SÁBADO, dia 11 DE DEZEMBRO às 16h na IGREJA MATRIZ

TODA A COMUNIDADE ESTA CONVIDADA A RENOVAR OS SACRAMENTOS JUNTAMENTE COM OS JOVENS QUE IRÃO RECEBÊ-LOS.

AGENDA DA CATEQUESE NOVEMBRO/DEZEMBRO 2010

Buscando o aprimoramento e a formação continuada da comunidade os jovens das turmas de Primeira Eucaristia e Crisma da Catequese 2010 estão convidados a participar de retiros de formação nas seguintes datas:

28 DE NOVEMBRO – DOMINGO às 14h30min no SALÃO PAROQUIAL

RETIRO E PREPARAÇÃO DAS CRIANÇAS DA PRIMEIRA EUCARISTIA DE TODA A PARÓQUIA (Comunidades e Sede)

04 DE DEZEMBRO – SÁBADO às 14h30min no SALÃO PAROQUIAL

RETIRO E PREPARAÇÃO DOS CRISMANDOS DE TODA A PARÓQUIA (Comunidades e Sede)

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Congregação das Irmãs de São José de Chambéry

Nossa comunidade é agraciada pela presença da Congregação das Irmãs de São José de Chambery, vejamos agora um pouco da história desta congregação que surgiu a partir do desejo de um jovem padre e hoje atravessou o mundo, rompendo as fronteiras nao só territoriais, mas entre as diferentes classes sociais, entre a dificuldade e uma mão estendida:

A Congregação das Irmãs de São José remonta aos meados do século XVII, na cidade de Le Puy-en-Velay, França.

Havia muita ignorância religiosa; as famílias e aldeias viviam divididas pelo ódio e pela violência, os hospitais desorganizados e os asilos fechados entregavam à rua uma multidão de crianças, velhos, doentes, inválidos e famintos. Pobres invadiam povoados e grandes centros. Era uma situação calamitosa e devastadora, exigindo solução para tantos males, tanta miséria e fome.

Diante dessa realidade, pessoas corajosas, como São Francisco de Sales e São Vicente de Paulo tentaram dar respostas, motivando pessoas para o serviço da caridade.
Em meio a toda essa realidade de sofrimento, surge um Jesuíta missionário, jovem, dinâmico que, guiado pelo Espírito de Deus, trouxe sua proposta: “O Pequeno Projeto”.
Foi na contemplação dos mistérios da Eucaristia e da Encarnação do Verbo que Padre Jean Pierre Médaille recebeu a feliz inspiração.

A semente caiu em terra. boa. Padre Jean Pierre conseguiu reunir algumas das jovens e viúvas com as quais se encontrara em seu trabalho missionário. No convívio, perceberam terem as mesmas aspirações. Decidiram, então, apoiar-se mutuamente na realização de um novo projeto. Essas mulheres também haviam escutado o grito dos pobres da sociedade francesa da época.

O Projeto foi se solidificando e o grupo inicial, reunindo outros grupos, se transformou em comunidade religiosa de vida ativa-contemplativa, contrariando o tipo monástico de vida religiosa da época.

Com a multiplicação das Comunidades, tornou-se difícil ocultar por mais tempo o Pequeno Projeto, modelado na Eucaristia, que irrompera vigoroso e convidativo nas primeiras comunidades da zona rural de Le Puy.

Diante das dificuldades contrárias à sua obra, Padre Jean Pierre Médaille foi ter com Mosenhor Henrique de Maupas, Bispo de Le Puy-en-Velay, para expor-lhe o seu desejo: “fundar uma Congregação de vida contemplativa e ativa, para atender, no serviço da caridade, os mais pobres, unindo todas as pessoas entre si e com Deus”.
A 15 de outubro de 1650, numa cerimônia simples, nascia a Congregação das Irmãs de São José.


“Terá o nome de Congregação de São José, nome amável que lembrará às Irmãs que elas devem assistir e servir ao próximo com o mesmo cuidado, diligência e cordial caridade que tinha o glorioso São José a serviço da Santíssima Virgem, sua puríssima esposa, e do Salvador Jesus, seu Filho adotivo.”

FONTE: http://www.isjbrasil.com.br/index.php?page=historia