Bem Vindo a um pedacinho do céu!

Pinto Bandeira é uma cidade hospitaleira, berço do primeiro Santuario Mariano do Rio Grande do Sul. Conhecida por produzir inúmeras frutas como pêssego, kiwi, ameixa... e uva, com a qual se fabrica o melhor Vinho de Montanha. A tradição Italiana convive em harmonia com os descendentes de outras etnias que pra cá migraram em busca da tão sonhada "cucagna" a Terra aonde jorra o leite e o mel.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

COLABORE COM A CAMPANHA SOS SUDESTE

Assim como no Rio, as chuvas castigam toda a Região Sudeste. De acordo com a Defesa Civil, mais de 1 milhão de pessoas já estão afetadas pelos temporais. Inundações, enchentes, deslizamentos, mortes e desabrigo atingem também municípios inteiros nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. Diante desse cenário, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, atendendo à sua missão, lançaram hoje (13) uma campanha nacional de emergência. A SOS Sudeste visa a mobilizar ajuda para a população da Região Sudeste afetada pelas chuvas.
A solidariedade poderá vir em forma de recursos financeiros e deverá ser depositada na conta da Caixa Econômica Federal (CEF) – Agência 1041 – OP. 003 – Conta Corrente 1490-8; ou na do Banco do Brasil – Agência 3475-4 – Conta Corrente 32.000-5.
CNPJ da Cáritas Brasileira: 33.654.419/0001-16.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dom Paulo Evaristo Arns


Prestes a completar duas semanas de UTI dom Paulo Evaristo Arns, 89, apresenta "significativa melhora" em seu quadro de saúde, segundo boletim médico do hospital Santa Catarina, em São Paulo. Arcebispo emérito de São Paulo, ele se submeteu a uma cirurgia de emergência no dia 1º para extrair a vesícula biliar. Nesse dia, ele havia se internado às pressas no hospital após sentir dores e desconforto na região abdominal. O quadro de dom Evaristo está estável, mas não há previsão para sair da UTI. Ele está com quadro infeccioso no pulmão, que emergiu no pós-operatório, sob controle.

HISTÓRICO

Dom Evaristo é irmão de Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança e morta no terremoto do Haiti, há um ano. Nos anos 60 e 70, foi um defensores da Teologia da Libertação, corrente católica que vê a igreja a serviço da transformação social. De caráter progressista, esse grupo se aliou, por vezes, a setores da sociedade que combateram a ditadura militar.
O religioso dirigiu a arquidiocese paulistana por quase três décadas, entre novembro de 70 e maio de 98.

Peçamos, em nossas orações, que por intermédio da Mãe do Rosário Dom Evaristo retorne as suas atividades normais e possa continuar trabalhando na construção do Reino que o Senhor preparou para nós.

Haiti. Um ano depois. Missão sob novo molde.

"Diante da catástrofe, a operação de paz deve ter outro perfil e o Haiti não pode continuar sendo percebido com a indiferença do passado e os erros do presente", escreve Ricardo Seitenfus, professor universitário e ex-representante da Organização dos Estados Americanos - OEA - no Haiti (2009-2010), em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 12-01-2011.

Segundo ele, "Estados membros da ONU que colocaram à disposição apenas 25% do total dos recursos necessários para luta contra a epidemia de cólera".

Eis o artigo.

Concentrado num raio de 100 quilômetros, o terremoto que atingiu a zona metropolitana de Porto Príncipe e cidades circunvizinhas, embora não sendo um dos mais violentos (7,3 na escala Richter) provocou a morte de 250 mil pessoas, feriu outras tantas, jogou às ruas e praças 1,5 milhão de desabrigados e fez ruir também os projetos de saída da crise que a sociedade internacional elaborava para o Haiti desde o segundo semestre de 2009.

Miséria generalizada, construções que não estavam preparadas para resistir a terremotos e um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano - fizeram com que a tragédia alcançasse níveis de hecatombe, desnudando uma sociedade culturalmente rica, politicamente complexa, historicamente única e na qual a maioria de seus integrantes vive em condições subumanas.

O terremoto foi errático (não linear), democrático (atingiu a todos indiscriminadamente) e ideológico, pois fez ruir a quase totalidade dos edifícios do pensar e do saber (escolas, universidades, ministérios, Parlamento, palácios presidencial e da Justiça, igrejas).

Embora natural, o terremoto ceifou tantas vidas e alcançou tal índice de destruição em razão da miséria. Como se isso não bastasse, uma epidemia de cólera, que ainda não está sob controle, abateu-se sobre o país, infectando 200 mil pessoas e cobrando 4 mil vidas. A partir deste rosário de dramas e dores sem fim, mais do que legítimo, é imperioso indagar sobre eventuais mudanças do atual mandato da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).

O Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas é encarregado da manutenção da paz e segurança internacionais (Capítulo 7.º da Carta de São Francisco). Em razão da instabilidade política haitiana, foi enviada ao país em meados de 2004 uma operação de paz nos moldes tradicionais da ONU.

Apesar da mudança de natureza e de grau do desafio haitiano, o Conselho de Segurança reforçou a presença militar em fevereiro e renovou o mandato da Minustah sem mudanças significativas em outubro. Paralelamente, a sociedade internacional prometeu disponibilizar US$ 11 bilhões para a reconstrução do Haiti (conferencia de Nova York de 31 de março de 2010).

Contudo, raros foram os recursos disponibilizados e nem sequer o trabalho sério de remoção dos escombros teve seu início. Com relação ao combate à epidemia do cólera, a porta-voz da Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (Ocha), Elisabeth Byrs, definiu como "vergonhosa" a atitude dos Estados membros da ONU que colocaram à disposição apenas 25% do total dos recursos necessários para luta contra a epidemia de cólera.

Com consequência, houve um aumento da velocidade de propagação da doença, que passou de 1 infectado a cada 38 segundos em dezembro para 1 infectado a cada 18 segundos em janeiro. Diante da catástrofe humanitária provocada pelo terremoto, adicionada a urgência sanitária, é possível racionalmente (e moralmente) prosseguir com uma operação de paz nos moldes definidos em 2004?

Sem as mínimas condições de vida, lutando diariamente pela simples sobrevivência, a maioria do povo haitiano não se cansará desta missão de "paz", que não pode outra que a "paz dos cemitérios"? O Haiti encontra-se à margem do sistema e das preocupações internacionais e ao, mesmo tempo, reúne de maneira concentrada e dramática os desafios do diálogo e da cooperação internacionais.

Para nós, a solução dos problemas do Haiti deveria, em primeiro lugar, pertencer aos próprios haitianos. Em segundo, deveria ser uma questão de honra para o continente. O Haiti não pode continuar sendo percebido com a indiferença do passado e os erros e omissões do presente. A responsabilidade brasileira é incontornável.

Propusemo-nos a tornar multifacetadas as operações paz. Jamais nos investimos no exterior como o fazemos no Haiti. Será esse esforço suficiente? A atual crise eleitoral haitiana parece indicar o contrário. Abre-se o caminho para todo tipo de solução. Nada seria mais contraproducente do que alijar os haitianos dos destinos de seu próprio país. Nada seria pior para a imagem do Brasil no mundo do que se fôssemos coniventes com essa eventualidade.

FONTE: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=39824

MÁRTIRES DOS POBRES: MARGARIDA ALVES

Nascida na Paraíba, em 1933, Margarida foi a primeira mulher a ocupar a presidência de um sindicato no Estado, o dos Trabalhadores Rurais. Em sua gestão de mais de 12 anos, moveu mais de 600 ações trabalhistas contra usineiros e senhores de engenhos da região. Em 1983, foi morta por pistoleiros em sua própria casa, com um tiro no rosto, na frente de seu filho de apenas 10 anos. O principal acusado do assassinato, o fazendeiro José Buarque Gusmão Neto, foi absolvido. Como forma de protesto, diversas entidades organizam anualmente a Marcha das Margaridas, que acontece todo mês de agosto. Margarida Alves - o símbolo de uma categoria. A impunidade continua após 27 anos de seu assassinato

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MÁRTIRES DOS POBRES: TURÍBIO DE MONGREVO

Espanhol, foi o segundo arcebispo de Lima, no Peru, tendo vivido de 1538 a 1606. Sua arquidiocese abrangia territórios dos atuais Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Bolívia, Chile e Argentina. Durante 16 anos, foi ao encontro dos índios, falando sua própria língua. Agrupava-os em torno da igreja, convivendo com eles em uma vida de trabalho e em família. Realizou mais de 5 milhões de batismos e 800 mil confirmações, dentre elas a de Santa Rosa de Lima. Morreu em uma de suas inúmeras viagens missionárias ao povoado de Santa (ou Saña), em 1606. Foi canonizado em 1726. É o padroeiro do Peru.

PROFISSÃO PERPÉTUA

"Ó Senhor, vosso amor e bondade são para sempre: completai em mim a obra começada."

No dia 9 de janeiro o Ir. Vítor Hugo Lourenço, CP fez a sua Profissão Perpétua no Centro de Espiritualidade Passionista de Ponta Grossa PR. Vítor Hugo esteve presente na última missão que aconteceu em nossa comunidade.
Peçamos a Deus, através de nossas orações, que Ele ilumine este querido sacerdote em sua nova missão.

Agradecemos também a todas as pessoas que participaram ,ou, doaram seu tempo trabalhando, no jantar beneficente para o Sr. Pedro Pichler, que aconteceu no dia 8 de janeiro no salão paroquial. Amar o próximo como a si mesmo foi o maior ensinamento que Jesus nos deixou, parabenizamos a todos da comunidade que se envolveram.